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COLUNA DO GILMAR
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Cultura perde um ícone em São Leopoldo
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Morreu José Carlos Martins, o Zé do UNAMÉRICA
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ZÉ DO UNAMÉRICA: UM LEGADO QUE PERMANECE
Há pessoas que passam pela vida deixando lembranças. Outras deixam um legado. José Carlos Martins, o querido Zé do UNAMÉRICA, pertence a esse segundo grupo.
Artista por vocação, sonhador e apaixonado pela cultura, fez da arte um instrumento de transformação e da gestão pública um espaço para servir à comunidade. Ao assumir a missão de estruturar a Secretaria Municipal de Cultura de São Leopoldo, colocou sua experiência, sensibilidade e compromisso a serviço da valorização dos artistas, da preservação da memória e do fortalecimento da identidade cultural do município.
O Zé nunca perdeu a essência. O homem que cantava, incentivava talentos e acreditava no poder da cultura tornou-se um gestor público qualificado, sempre conduzindo sua atuação pelos princípios da ética, da moral, da transparência e de um profundo olhar humano e social.
Seu legado vai muito além dos cargos que ocupou. Está presente nos projetos que ajudou a construir, nas portas que abriu para tantos artistas e na convicção de que uma sociedade mais justa também se edifica por meio da cultura.
Sua partida entristece São Leopoldo e todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Permanecem, porém, sua obra, seus ensinamentos e o exemplo de quem fez do serviço à comunidade uma missão de vida.
Nesta coluna, registro minha homenagem a José Carlos Martins, o Zé do UNAMÉRICA, com respeito, gratidão e reconhecimento. Homens como ele partem fisicamente, mas permanecem vivos na memória coletiva e na história da cultura leopoldense. Que descanse em paz.
Autor: Gilmar Pinto Goulart
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