PORTÃO
Audiência pública vai debater retorno de segurança privada nas escolas municipais
   
O serviço foi descontinuado pela prefeitura em dezembro de 2025 mas pode voltar

Por Assessoria de Imprensa
03/03/2026 20h54

Audiência pública vai debater retorno de segurança privada nas escolas municipais de Portão

Em atenção a inúmeras demandas da comunidade escolar portonense, o Poder Legislativo de Portão aprovou por unanimidade na sessão de terça, dia 24, o Requerimento 05/2026, cujo objetivo é promover uma audiência pública para debater o retorno da vigilância privada em escolas municipais, como havia no ano passado.

O serviço foi descontinuado pela Administração Pública local em dezembro de 2025 com o argumento de que não foi eficiente, mas diversas famílias vêm reclamando aos vereadores que se tratava de um apoio importante na rotina dos alunos.

Todos os vereadores votaram a favor do documento, exceto Elias Trein, que se encontra em agenda de trabalho em Brasília: Alexsandro Argenta, Cléo do Liberdade, Dioni Bandeira, Joice Dillenburg, Reginaldo Coelho, Roberto Leitão, Tássilo Weber, Vilson Borba e Zé Toquinho.

De autoria da Mesa Diretora do Legislativo — presidente Fátima Tenedini Coelho, vice-presidente Vilson Borba, primeiro secretário José Volmar Wogt e segundo secretário Tássilo Weber — o requerimento foi colocado em votação em plenário e o vereador Alexsandro Argenta, o Leco, pediu vistas ao requerimento para que outros colegas pudessem subscrevê-lo, mas a maioria dos parlamentares votou contra.

A necessidade de uma audiência pública vem do fato de que muitas mães, pais, avós e responsáveis pelos alunos questionaram a retirada dos guardas escolares. “Surgiu disso um sentimento de insegurança para as famílias. A presença de guardas nas escolas municipais é justificada pela necessidade de garantir um ambiente seguro para os alunos e professores”, argumentam os autores da proposta.

Fátima, Vilson, Zé Toquinho e Tássilo afirmam no documento que os guardas municipais desempenharam um papel crucial na segurança dos estudantes, principalmente as crianças mais pequenas, na hora da chegada e saída, promovendo um ambiente seguro nas escolas.

“Eles atuam como um pilar municipal na segurança pública, contribuindo para a redução de índices de violência e para a sensação de segurança da população. Além disso, a presença de guardas nas escolas é essencial para a proteção do patrimônio público e para a manutenção da ordem nas comunidades”, salientam os autores da proposta.


   

  

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