Deputado repudia falas preconceituosas de diretor do Simers
Adão Pretto diz que filhos de assentados podem cursar medicina
Deputado Adão Pretto Filho (PT) repudia falas preconceituosas de diretor do Simers
“O crime que este diretor do Simers comete ao falar que assentados e filhos de assentados da Reforma Agrária não estão qualificados para cursarem Medicina na UFPel e que 'não demora os índios vão querer também fazer', é um ataque preconceituoso à educação pública e ao conhecimento”, repudia o deputado Adão Pretto.
“Vamos ajuizar, junto ao Poder Judiciário, demanda competente para que o diretor Luiz Alberto Grossi e o Sindicato Médico do RS respondam por este ataque de ódio e preconceito aos assentados e filhos de assentados da Reforma Agrária e aos povos originários”.
“Defendemos um projeto de inclusão, onde o filho/filha do trabalhador/trabalhadora têm direitos e oportunidades iguais ao filho/filha de qualquer outro cidadão brasileiro, em qualquer área de formação”.
No Brasil, hoje, inclusive, já temos formados mais de 140 médicos filhos de assentados da Reforma Agrária e no RS, universidades gaúchas já formaram 17 médicos e 139 veterinários. Esses ataques do Simers começaram depois que a reitoria da UFPel tratou da possibilidade de abrir vagas no curso de Medicina para assentados e filhos de assentados, a exemplo do seu bem sucedido curso de Medicina Veterinária.
